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home » a empresa » histórico

Século XIX: surge o transporte
a vapor
Botes, faluas e saveiros, impulsionados por escravos, eram os meios
de transporte marítimo no Rio de Janeiro do início
do século XIX. Em 1835, surge o serviço regular de
navegação a vapor, oferecido pela Companhia de Navegação
de Nictheroy, que ligava o Rio a Niterói.
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1862: conforto e luxo das barcas Ferry
Vinte anos depois, surgem a Companhia de Navegação
de Nictheroy e Inhomerim, e a Companhia Ferry (1862). A preferência
do público pelas barcas Ferry, mais confortáveis e
luxuosas, leva a Nitheroy e Inhomerim a suspender o contrato de
concessão. A Ferry passa a explorar o transporte de passageiros
para Paquetá em 1877. Doze anos depois, é incorporada
a outras duas empresas, dando origem à Companhia Canteira
e Viação Fluminense.
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Século XX: novos empreendimentos
Em 1945, o Governo Federal dá concessão à Frota
Carioca S/A. Sete anos mais tarde, ela adquire a maioria das ações
da Cia. Cantareira. Nesta época, é construída
a estação de cargas de Niterói e são
reparadas as instalações do Rio de Janeiro. Em 1953,
é criada nova empresa de transporte entre Rio e Niterói:
a Frota Barreto S.A., que passa a controlar as ações
da Frota Carioca e da Cia. Cantareira. Inaugura-se o primeiro serviço
direto de lanchas entre o Rio e o bairro Barreto, em Niterói.
Mal sucedido, o empreendimento é suspenso quatro meses depois.
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Década de 50: barcas mais rápidas
Em 1956, é inaugurada a estação hidroviária
de Niterói. Com a remodelação das embarcações,
o percurso passa a ser feito em 20 minutos. Porém, devido
às constantes paralisações na travessia, em
1959, a população de Niterói depreda e incendeia
a estação. O presidente Juscelino Kubitscheck assina
decreto de desapropriação dos bens da Cantareira,
da Frota Carioca e da Frota Barreto. O transporte passa a ser feito
pelas companhias que sobraram e embarcações emprestadas
pela Marinha.
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Décadas de 60 e 70: mudanças
no comando
Em 1967, surge o Serviço de Transporte da Baía da
Guanabara (STBG), uma sociedade de economia mista. Em 1977, o controle
do STBG passa da União para o Estado do Rio de Janeiro, recebendo
o nome de Companhia de Navegação do Estado do Rio
de Janeiro (Conerj).
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Década de 90: concessão
à iniciativa privada
Por iniciativa do Governo do Estado, em fevereiro de 1998, um consórcio
de empresas privadas assume o controle acionário da Conerj,
sob regime de concessão por 25 anos, dando origem à
Barcas S/A.
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